APRESENTA????ES Comprimido. Embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos de 10mg ou 15mg. VIA DE ADMINISTRA????O: ORAL USO ADULTO COMPOSI????ES Cada comprimido de 10mg cont??m: aripiprazol.........................................................................................................................10mg excipientes q.s.p. .................................................................................................1 comprimido (manitol, crospovidona, aspartame, ess??ncia de hortel?? e estearato de c??lcio). Cada comprimido de 15mg cont??m: aripiprazol.........................................................................................................................15mg excipientes q.s.p. .................................................................................................1 comprimido (manitol, crospovidona, aspartame, ess??ncia de hortel?? e estearato de c??lcio). INFORMA????ES AO PACIENTE: 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO ?? INDICADO?
Esquizofrenia O aripiprazol ?? indicado para o tratamento de esquizofrenia. Transtorno bipolar - Monoterapia O aripiprazol ?? indicado para o tratamento agudo e de manuten????o de epis??dios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. - Terapia Adjuntiva O aripiprazol ?? indicado como terapia adjuntiva ao l??tio ou valproato para o tratamento agudo de epis??dios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. 2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de a????o do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar, ?? desconhecido. No entanto, foi proposto que a efic??cia do aripiprazol ?? mediada por efeitos em receptores no sistema nervoso central. A atividade de aripiprazol ?? principalmente devida ?? droga inalterada, e em menor medida ao seu metab??lito principal, dehidro-aripiprazol. 3. QUANDO N??O DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Voc?? n??o deve usar este medicamento se for hipersens??vel ao aripiprazol (subst??ncia ativa) ou qualquer um dos seus excipientes. As rea????es podem variar de prurido/urtic??ria ?? anafilaxia. 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia - Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia Os pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia tratados com drogas antipsic??ticas correm maior risco de morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos ??bitos pareceram ter natureza cardiovascular (como insufici??ncia card??aca, morte s??bita) ou infecciosa (como pneumonia). - Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC Nos estudos cl??nicos, houve uma incid??ncia elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC, ataque isqu??mico transit??rio), incluindo fatalidades (idade m??dia: 84 anos; faixa: 78-88 anos). - Experi??ncia de seguran??a em pacientes idosos com psicose associada ao Mal de Alzheimer Nos estudos, pacientes com idade m??dia de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos emergentes do tratamento que foram letargia, sonol??ncia (incluindo seda????o) e incontin??ncia (principalmente incontin??ncia urin??ria), saliva????o excessiva e tontura. A seguran??a e a efic??cia de aripiprazol no tratamento de pacientes com psicose associada ?? dem??ncia n??o foram estabelecidas. O m??dico dever?? ter cautela caso decida tratar estes pacientes, especialmente quanto ?? ocorr??ncia de dificuldade em engolir ou sonol??ncia excessiva, o que poderia levar a ferimentos ou aspira????o acidental. S??ndrome Neurol??ptica Maligna (SNM) Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de S??ndrome Neurol??ptica Maligna (SNM) pode ocorrer com a administra????o de drogas antipsic??ticas, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol na base de dados cl??nica mundial. As manifesta????es cl??nicas da SNM s??o hipertermia, rigidez muscular, estado mental alterado e evid??ncia de instabilidade auton??mica (pulso ou press??o arterial irregular, taquicardia, diaforese e arritmia card??aca). Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada, mioglobin??ria (rabdomi??lise) e insufici??ncia renal aguda. Se voc?? precisar de tratamento com uma droga antipsic??tica ap??s se recuperar da SNM, seu m??dico dever?? considerar com cautela a reintrodu????o de terapia. Voc?? dever?? ser monitorado cuidadosamente, j?? que recidivas de SNM t??m sido relatadas. Discinesia Tardia A s??ndrome de movimentos potencialmente involunt??rios e irrevers??veis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com drogas antipsic??ticas. Apesar de aparentemente haver maior preval??ncia dessa s??ndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, ?? imposs??vel confiar em estimativas de preval??ncia para prever, na introdu????o do tratamento antipsic??tico, quais pacientes tem maior chance de desenvolver a s??ndrome. Seu m??dico deve prescrever aripiprazol de forma que seja mais prov??vel minimizar a ocorr??ncia de discinesia tardia. Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia, seu m??dico dever?? considerar a descontinua????o de aripiprazol. No entanto, alguns pacientes talvez precisem do tratamento com aripiprazol, independentemente da presen??a da s??ndrome. Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes Mellitus Foi relatada hiperglicemia, em alguns casos extrema e associada ?? cetoacidose ou coma hiperosmolar ou morte, em pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos. Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A rela????o entre o uso de antipsic??ticos at??picos e eventos adversos relacionados ?? hiperglicemia n??o ?? totalmente compreendida. Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados ?? hiperglicemia em pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos n??o est??o dispon??veis. Pacientes com diagn??stico estabelecido de diabetes mellitus que come??aram a receber antipsic??ticos at??picos devem ser monitorados regularmente quanto ?? piora do controle glic??mico. Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade, hist??rico familiar de diabetes) que estejam dando in??cio ao tratamento com antipsic??ticos at??picos devem se submeter a testes de glicose s??rica em jejum no in??cio do tratamento e periodicamente durante o tratamento. Todos os pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos devem ser monitorados quanto a sintomas de hiperglicemia, incluindo polidipsia, poli??ria, polifagia e fraqueza. Pacientes que desenvolverem sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com antipsic??ticos at??picos devem se submeter a testes de glicose s??rica em jejum. Hipotens??o ortost??tica A incid??ncia de eventos relacionados ?? hipotens??o ortost??tica nos estudos incluiu hipotens??o ortost??tica, tontura postural e s??ncope (desmaio). O aripiprazol deve ser usado com cautela em pacientes com doen??a cardiovascular conhecida (hist??rico de infarto do mioc??rdio ou doen??a card??aca isqu??mica, insufici??ncia card??aca ou anormalidades da condu????o), doen??a cerebrovascular ou condi????es que poderiam predispor os pacientes ?? hipotens??o (desidrata????o, hipovolemia e tratamento com medicamentos antihipertensivos). Leucopenia, neutropenia e agranulocitose Nos estudos, e tamb??m ap??s comercializa????o, t??m sido relatados eventos de leucopenia/neutropenia (diminui????o das c??lulas brancas no sangue) relacionados temporariamente a agentes antipsic??ticos, incluindo aripiprazol. Tamb??m foi relatada agranulocitose. Fatores de risco poss??veis incluem contagem de leuc??citos preexistente baixa e hist??rico de leucopenia/neutropenia induzidas pela droga. Seu m??dico deve monitorar seu hemograma completo (CBC) frequentemente durante os primeiros meses de terapia e se houver queda clinicamente significativa de c??lulas brancas, poder?? interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto ?? febre ou outros sinais ou sintomas de infec????o e tratados imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar o aripiprazol. Convuls??es Como ocorre com outras drogas antipsic??ticas, o aripiprazol deve ser utilizado com cautela em pacientes com hist??rico de convuls??es. Potencial para comprometimento cognitivo ou motor O aripiprazol como outros antipsic??ticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonol??ncia foi relatada nos estudos. N??o utilize m??quinas perigosas, incluindo autom??veis, at?? que voc?? tenha certeza razo??vel de que a terapia com o aripiprazol n??o o prejudica. Durante o tratamento, o paciente n??o deve dirigir ve??culos ou operar m??quinas, pois sua habilidade e aten????o podem estar prejudicadas. Regula????o da temperatura corporal Recomenda-se aten????o adequada na prescri????o de aripiprazol para pacientes que passar??o por situa????es que possam contribuir para uma eleva????o na temperatura corporal central como exerc??cio extenuante, exposi????o a calor extremo, administra????o concomitante de medicamento com atividade anticolin??rgica, ou sujei????o ?? desidrata????o. Suic??dio Uma supervis??o cuidadosa de pacientes de alto risco deve ser realizada durante a terapia. Deve-se prescrever aripiprazol na menor quantidade consistente com o controle eficaz do paciente de modo a reduzir o risco de superdosagem. Disfagia A falta de motilidade do es??fago e aspira????o tem sido associadas ao uso de drogas antipsic??ticas, incluindo o aripiprazol. O aripiprazol e outras drogas psic??ticas devem ser utilizados com cuidado em pacientes com risco de pneumonia por aspira????o. Uso em pacientes com enfermidade concomitantes A experi??ncia cl??nica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sist??micas concomitantes ?? limitada. O aripiprazol n??o foi avaliado ou utilizado em uma extens??o consider??vel em pacientes com hist??rico recente de infarto do mioc??rdio ou doen??a card??aca inst??vel. Abuso e depend??ncia O aripiprazol n??o foi estudado sistematicamente em humanos com rela????o ao seu potencial de abuso, toler??ncia ou depend??ncia f??sica. Em estudos de depend??ncia f??sica em macacos, sintomas de abstin??ncia foram observados mediante a interrup????o abrupta da administra????o. Uso em popula????es espec??ficas - Gravidez N??o h?? estudos adequados e bem controlados em mulheres gr??vidas. ?? desconhecido se aripiprazol pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher gr??vida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Se a m??e de um rec??m-nascido utilizou medicamentos antipsic??ticos durante o terceiro trimestre de gravidez, ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstin??ncia ap??s o parto. Pacientes devem informar ao m??dico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. O aripiprazol deve ser utilizado durante a gravidez apenas se os benef??cios potenciais esperados compensarem o poss??vel risco ao feto. Este medicamento n??o deve ser utilizado por mulheres gr??vidas sem orienta????o m??dica ou do cirurgi??o-dentista. - Trabalho de parto O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos ?? desconhecido. - Uso por lactantes O aripiprazol ?? excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para n??o amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol. - Uso pedi??trico N??o h?? indica????o aprovada para o uso de aripiprazol em pacientes pedi??tricos. - Uso geri??trico N??o h?? recomenda????o de ajuste de dose para pacientes idosos. Intera????es medicamentosas Em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central, deve-se ter cautela quando aripiprazol for administrado em combina????o com ??lcool ou outras drogas com a????o central. O aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos. - Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 s??o as mol??culas do f??gado respons??veis pelo metabolismo de aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma eleva????o no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redu????o no sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a elimina????o de aripiprazol e causar eleva????o no sangue. Seu m??dico poder?? alterar a dose de aripiprazol quando houver coadministra????o com estes medicamentos. - Potencial de aripiprazol afetar outras drogas N??o foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocin??tica de l??tio ou valproato. - ??lcool Como ocorrem com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para evitar ingerir ??lcool durante o tratamento com aripiprazol. - Drogas sem intera????es clinicamente importantes com o aripiprazol famotidina: n??o ?? necess??rio ajuste na dosagem de aripiprazol quando administrado concomitantemente a famotidina. valproato, l??tio, varfarina, omeprazol, lamotrigina e dextrometorfano: n??o ?? necess??rio ajuste na dosagem quando administrados concomitantemente ao aripiprazol. - Anormalidades em testes laboratoriais Nos estudos, n??o houve diferen??as medicamente importantes entre os grupos de aripiprazol e placebo nas propor????es de pacientes apresentando altera????es potencial e clinicamente significativas nos par??metros de rotina de bioqu??mica s??rica, hematologia ou an??lise de urina. De maneira semelhante, n??o foram observadas diferen??as entre aripiprazol e placebo na incid??ncia de descontinua????es em raz??o de altera????es na bioqu??mica s??rica, hematologia ou an??lise de urina em pacientes adultos. N??o foram observadas diferen??as medicamente importantes entre os pacientes recebendo aripiprazol e aqueles recebendo placebo na altera????o m??dia a partir da linha basal nos valores de prolactina, glicose em jejum, triglic??rides, HDL, LDL ou colesterol total. - Altera????es no ECG Nos estudos n??o houve altera????es potencialmente importantes nos par??metros do ECG. O aripiprazol foi associado a uma eleva????o mediana na frequ??ncia card??aca de duas batidas por minuto, em compara????o ?? aus??ncia de eleva????o entre pacientes recebendo placebo. - Intera????o com nicotina A avalia????o farmacocin??tica (metabolismo) na popula????o que recebeu aripiprazol n??o revelou diferen??as significativas entre fumantes e n??o fumantes. - Intera????o com alimentos O aripiprazol pode ser administrado com ou sem alimentos. Aten????o fenilceton??ricos: cont??m fenilalanina. Informe ao seu m??dico ou cirurgi??o-dentista se voc?? est?? fazendo uso de algum outro medicamento. N??o use medicamento sem o conhecimento do seu m??dico. Pode ser perigoso para sua sa??de. 5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre15 e 30??C). N??mero de lote e datas de fabrica????o e validade: vide embalagem. N??o use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O aripiprazol de 10mg apresenta-se como comprimido branco a esbranqui??ado, de formato oblongo. O aripiprazol de 15mg apresenta-se como comprimido branco a esbranqui??ado, de formato arredondado, biconvexo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e voc?? observe alguma mudan??a no aspecto, consulte o farmac??utico para saber se poder?? utiliz??-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crian??as. 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Esquizofrenia A dose de in??cio e a dose-alvo recomendadas para aripiprazol ?? de 10mg/dia ou 15mg/dia uma vez ao dia, independente das refei????es. Em geral, os aumentos na dosagem n??o devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necess??rio para se atingir o estado de equil??brio. Tratamento de manuten????o: seu m??dico dever?? reavali??-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manuten????o. Troca de outros antipsic??ticos A descontinua????o imediata do tratamento antipsic??tico anterior pode ser aceit??vel para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinua????o mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, o per??odo de sobreposi????o da administra????o dos antipsic??ticos deve ser minimizado. Transtorno bipolar A dose de in??cio e a dose-alvo recomendada ?? de 15mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva com l??tio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30mg/dia com base na resposta cl??nica. A seguran??a das doses superiores a 30mg/dia n??o foi avaliada em estudos cl??nicos. Tratamento de manuten????o: seu m??dico dever?? reavali??-lo periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manuten????o. Ajuste da dosagem Ajustes da dosagem em adultos n??o s??o habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, ra??a ou estado da insufici??ncia renal ou hep??tica. Seu m??dico poder?? ajustar a dose de aripiprazol se voc?? estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos que alterem a concentra????o de aripiprazol no seu organismo. Aten????o: n??o h?? estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias n??o recomendadas. Dessa forma, para a seguran??a e efic??cia da apresenta????o, a administra????o deve ser feita apenas por via oral. Siga a orienta????o de seu m??dico, respeitando sempre os hor??rios, as doses e a dura????o do tratamento. N??o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m??dico. Este medicamento n??o deve ser partido, aberto ou mastigado. 7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Se voc?? esqueceu de tomar aripiprazol, voc?? deve tom??-lo assim que lembrar, mas n??o tome duas doses no mesmo dia. Em caso de d??vidas, procure orienta????o do farmac??utico ou de seu m??dico, ou cirurgi??odentista. 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? As rea????es adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos cl??nicos (???10%) foram n??usea, v??mito, constipa????o, cefaleia, vertigem, acatisia, ansiedade, ins??nia e inquieta????o. Os eventos adversos durante a exposi????o foram obtidos por meio da coleta volunt??ria de eventos adversos, bem como resultados de exames f??sicos, sinais vitais, pesos, an??lises laboratoriais e ECG. As frequ??ncias declaradas das rea????es adversas representam a propor????o de indiv??duos que apresentaram no m??nimo uma vez o evento adverso emergente do tratamento do tipo listado. Um evento foi considerado emergente do tratamento se ocorreu pela primeira vez ou piorou enquanto o paciente recebia a terapia ap??s a avalia????o da linha basal. N??o se procurou utilizar as avalia????es de causalidade segundo o investigador, ou seja, todos os eventos que atendiam aos crit??rios, independentemente da causalidade segundo o investigador, foram inclu??dos. As rea????es adversas s??o relatadas ao longo desta se????o. S??o eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de aripiprazol (rea????es medicamentosas adversas), com base na avalia????o abrangente das informa????es dispon??veis sobre o evento adverso. Uma associa????o causal com aripiprazol geralmente n??o pode ser estabelecida com seguran??a em casos individuais. Os valores nas tabelas e tabula????es n??o podem ser utilizados para prever a incid??ncia de efeitos colaterais no decorrer da pr??tica m??dica normal, em que caracter??sticas do paciente e outros fatores diferem daqueles que prevaleceram em estudos cl??nicos. De forma semelhante, as frequ??ncias mencionadas n??o podem ser comparadas aos valores obtidos a partir de outras investiga????es cl??nicas envolvendo outros tratamentos, utiliza????es e investigadores. No entanto, os valores mencionados de fato fornecem ao m??dico respons??vel pela prescri????o algum fundamento para a estimativa da contribui????o relativa de fatores medicamentosos e n??o medicamentosos ?? incid??ncia de rea????es adversas na popula????o estudada. Experi??ncia de estudos cl??nicos Esquizofrenia - Rea????es adversas comumente observadas A ??nica rea????o adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia foi acatisia (inquieta????o interna). Mania bipolar - Monoterapia - Rea????es adversas comumente observadas As rea????es adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, seda????o, inquieta????o, tremores e dist??rbio extrapiramidal. - Rea????es adversas menos comuns Rea????es adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (at?? seis semanas em esquizofrenia e at?? tr??s semanas em mania bipolar) foram: Dist??rbios oculares: vis??o emba??ada. Dist??rbios gastrintestinais: n??usea, constipa????o, v??mito, dispepsia, boca seca, dor de dente, desconforto abdominal e desconforto estomacal. Dist??rbios gerais: fadiga e dor. Dist??rbio musculoesquel??tico e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquel??tica, dor nas extremidades, mialgia e espasmos musculares. Dist??rbios do sistema nervoso: cefal??ia, vertigem, acatisia, seda????o, dist??rbio extrapiramidal, tremores e sonol??ncia. Transtornos psiqui??tricos: agita????o, ins??nia, ansiedade e inquieta????o. Dist??rbios respirat??rios, tor??cicos e mediastinais: dor faringolar??ngea e tosse. Um exame dos subgrupos de popula????o n??o revelou nenhuma evid??ncia clara de incid??ncia diferencial de rea????o adversa com rela????o ?? idade, sexo ou ra??a. - Terapia adjuntiva com mania bipolar As rea????es medicamentosas adversas mais comuns associadas ?? descontinua????o em pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva, em compara????o a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores. - Rea????es adversas comumente observadas As rea????es adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e l??tio ou valproato em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, ins??nia e dist??rbio extrapiramidal. - Rea????es adversas menos comuns As rea????es adversas que ocorreram durante a terapia aguda (at?? seis semanas), incluindo apenas aquelas rea????es que ocorreram em, no m??nimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e l??tio ou valproato foram: Dist??rbios gastrintestinais: n??usea, v??mito, hipersecre????o salivar e boca seca. Infec????es e infesta????es: nasofaringite Investiga????es: aumento de peso. Dist??rbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, dist??rbio extrapiramidal, vertigem e seda????o. Transtornos psiqui??tricos: ins??nia, ansiedade e inquieta????o. Rea????es adversas relacionadas ?? dose - Esquizofrenia A ??nica rea????o adversa possivelmente relacionada ?? dose, e mais not??vel apenas com 30mg, foi sonol??ncia (incluindo seda????o). - Sintomas extrapiramidais - Esquizofrenia Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados ?? s??ndrome extrapiramidal e eventos relacionados ?? acatisia para pacientes tratados com aripiprazol. -Mania bipolar Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados ?? s??ndrome extrapiramidal e eventos relacionados ?? acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva. - Distonia Sintomas de distonia, contra????es anormais prolongadas de conjuntos de m??sculos, podem ocorrer em indiv??duos suscept??veis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos m??sculos do pesco??o, algumas vezes progredindo para compress??o da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou protrus??o da l??ngua. Embora estes sintomas possam ocorrer em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade sob concentra????es maiores e doses mais altas de drogas antipsic??ticas de primeira gera????o. Um risco elevado de distonia aguda ?? observado em grupos de homens e indiv??duos mais jovens. - Ganho de peso Em estudos de quatro a seis semanas em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferen??a no ganho de peso m??dio entre pacientes recebendo aripiprazol e placebo (+0,7kg versus -0,05kg, respectivamente) e tamb??m foi observada diferen??a na propor????o de pacientes que atendiam ao crit??rio de ganho de peso ??? 7% do peso corporal [aripiprazol (8%) comparado a placebo (3%)]. Em estudos de tr??s semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso m??dio para pacientes recebendo aripiprazol e placebo foi de 0,1kg versus 0,0kg, respectivamente. A propor????o de pacientes que atenderam ao crit??rio de ganho de peso ???7% do peso corporal foi de 2% com aripiprazol em compara????o a 3% com placebo. No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com l??tio ou valproato, o ganho de peso m??dio para os pacientes recebendo aripiprazol e placebo foi de 0,6kg versus 0,2kg, respectivamente. A propor????o de pacientes que atenderam ao crit??rio de ganho de peso ???7% do peso corporal foi de 3% com aripiprazol em compara????o a 4% com placebo em terapia adjuntiva. Achados adicionais observados em estudos cl??nicos - Rea????es adversas em estudo de longo prazo As rea????es adversas relatadas em um estudo de 26 semanas, comparando aripiprazol e placebo em pacientes com esquizofrenia, foram em geral consistentes com aquelas relatadas em outros estudos de curto prazo e controlados por placebo, exceto por uma incid??ncia maior de tremores. Neste estudo, a maioria dos casos de tremores teve intensidade leve, ocorreu no in??cio da terapia e apresentou dura????o limitada. Em casos raros, os tremores levaram ?? descontinua????o (<1%) de aripiprazol. Ademais, em um estudo de longo prazo (52 semanas), ocorreu tremores em 5% dos indiv??duos (40/859) para aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo com transtorno bipolar. - Outras rea????es adversas observadas durante a avalia????o pr??-comercializa????o de aripiprazol Abaixo pode ser encontrada uma rela????o das rea????es adversas relatadas por pacientes tratados com aripiprazol durante qualquer fase de um estudo no banco de dados de 13.543 pacientes adultos. Todos os eventos avaliados como poss??veis rea????es adversas foram inclu??dos, exceto pelos eventos mais frequentes. Al??m disso, rea????es adversas m??dica ou clinicamente significativas, em especial aquelas provavelmente mais ??teis para o m??dico respons??vel pela prescri????o, ou que apresentam plausibilidade farmacol??gica, tamb??m foram inclu??das. Eventos j?? listados em outras partes da bula foram exclu??dos. Apesar de as rea????es relatadas terem durante o tratamento com aripiprazol, elas n??o foram necessariamente causadas pelo medicamento. Os eventos s??o, ainda, categorizados pela classe de sistemas de ??rg??os e listados em frequ??ncia decrescente de acordo com as defini????es abaixo: Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda n??o listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa rela????o); Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento; Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento. Dist??rbios do sistema linf??tico e sangu??neo: incomuns ??? leucopenia (diminui????o de um tipo de c??lulas brancas do sangue), neutropenia (diminui????o de um tipo de c??lulas brancas do sangue), trombocitopenia (diminui????o das plaquetas no sangue). Dist??rbios card??acos: incomuns ??? bradicardia (frequ??ncia card??aca baixa), palpita????es, insufici??ncia cardiopulmonar, infarto do mioc??rdio, parada cardiorrespirat??ria, bloqueio atrioventricular, extrass??stoles, taquicardia sinusal, fibrila????o atrial, angina pectoris, isquemia mioc??rdica; raros ??? flutter atrial, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular. Dist??rbios oculares: incomuns ??? fotofobia (sensibilidade excessiva ?? luz), diplopia (vis??o dupla), edema na p??lpebra, fotopsia (vis??o de tra??os luminosos n??o existentes). Dist??rbios gastrintestinais: incomuns ??? diarreia, doen??a do refluxo gastroesof??gico, l??ngua inchada, esofagite; raro ??? pancreatite. Dist??rbios gerais e condi????es no local de administra????o: comuns ??? astenia (fraqueza), edema perif??rico, dor no peito, pirexia (febre), irritabilidade; incomuns ??? edema facial, angioedema, sede; raro ??? hipotermia (temperatura corp??rea abaixo do normal). Dist??rbios hepatobiliares: raros ??? hepatite, icter??cia (colora????o amarelada de pele e mucosas). Dist??rbios do sistema imunol??gico: incomum ??? hipersensibilidade. Les??es, intoxica????o e complica????es do procedimento: comum ??? queda; incomum ??? automutila????o; raro ??? insola????o. Investiga????es: comuns - redu????o do peso, creatinofosfoquinase elevada; incomuns ??? enzima hep??tica elevada, glicose s??rica elevada, prolactina s??rica elevada, ureia s??rica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina s??rica elevada, bilirrubina s??rica elevada; raros ??? lactato desidrogenase s??rico elevado, hemoglobina glicosilada elevada, gama glutamil transferase elevada. Dist??rbios metab??licos e nutricionais: comum ??? apetite reduzido; incomuns ??? hiperlipidemia, anorexia (disfun????o alimentar), diabetes mellitus (incluindo insulina s??rica elevada, toler??ncia a carboidratos reduzida, diabetes mellitus n??o dependente de insulina, toler??ncia ?? glicose prejudicada, glicos??ria, glicose na urina, glicose presente na urina, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), hipocalemia (diminui????o do pot??ssio no sangue), hiponatremia (diminui????o do s??dio no sangue), hipoglicemia (diminui????o da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); raro ??? cetoacidose diab??tica (ac??mulo de certos ??cidos no organismo). Dist??rbio musculoesquel??tico e do tecido conjuntivo: incomuns ??? rigidez muscular, fraqueza muscular, compress??o muscular, mobilidade reduzida; raro ??? rabdomi??lise (destrui????o muscular). Dist??rbios do sistema nervoso: comuns ??? coordena????o anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos volunt??rios); incomuns ??? dist??rbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da mem??ria, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia (lentifica????o de movimentos involunt??rios), discinesia tardia (movimentos repetitivos involunt??rios), hipotonia (diminui????o do t??nus muscular), mioclonia (contra????o muscular brusca, involunt??ria e de brev??ssima dura????o), hipertonia (aumento anormal do t??nus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos involunt??rios), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); raros ??? convuls??o de grande mal, coreoatetose (associa????o de movimentos involunt??rios). Transtornos psiqui??tricos: comum ??? idea????o suicida; incomuns ??? agressividade, perda da libido, tentativa de suic??dio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, del??rios, automutila????o intencional, suic??dio conclu??do, tique, idea????o homicida; raros - catatonia, sonambulismo. Dist??rbios renais e urin??rios: incomuns ??? reten????o urin??ria, poli??ria (aumento do volume de urina), noct??ria (elimina????o excessiva de urina durante a noite). Dist??rbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns ??? menstrua????o irregular, disfun????o er??til, amenorreia (aus??ncia de menstrua????o), dor nas mamas; raros ??? ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo (ere????o persistente). Dist??rbios respirat??rios, tor??cicos e mediastinais: comuns ??? congest??o nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por aspira????o. Dist??rbios cut??neos e subcut??neos: comuns ??? rash (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado, macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, al??rgica, de contato, esfoliativa, seborr??ica, neurodermatite e erup????o medicamentosa), hiperidrose (transpira????o anormalmente aumentada); incomuns ??? prurido, rea????o fotossens??vel, alopecia (queda dos cabelos), urtic??ria. Dist??rbios vasculares: comum - hipertens??o (aumento da press??o arterial); incomum - hipotens??o (press??o arterial baixa). Experi??ncia p??s-comercializa????o As rea????es adversas abaixo foram identificadas durante o uso ap??s a aprova????o de aripiprazol. Em raz??o de essas rea????es serem relatadas voluntariamente por uma popula????o de tamanho indeterminado, nem sempre ?? poss??vel estabelecer uma rela????o causal com a exposi????o ?? droga: ocorr??ncias raras de rea????o al??rgica (rea????o anafil??tica, angioedema, laringoespasmo, prurido/urtic??ria ou espasmo orofar??ngeo), oscila????o da glicose s??rica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimenta????o, compras e sexo). Estes comportamentos s??o raros e cessaram com a redu????o da dose ou interrup????o do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o m??dico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento n??o deve ser descontinuado sem a ci??ncia do m??dico. Informe ao seu m??dico, cirurgi??o-dentista ou farmac??utico o aparecimento de rea????es indesej??veis pelo uso do medicamento. Informe tamb??m ?? empresa atrav??s do seu servi??o de atendimento. 9. O QUE FAZER SE ALGU??M USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? As rea????es adversas comuns (relatadas em, no m??nimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras subst??ncias) incluem v??mito, sonol??ncia e tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado, fibrila????o atrial, bradicardia, coma, estado de confus??o, convuls??o, creatinofosfoquinase s??rica elev
Esquizofrenia O aripiprazol ?? indicado para o tratamento de esquizofrenia. Transtorno bipolar - Monoterapia O aripiprazol ?? indicado para o tratamento agudo e de manuten????o de epis??dios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. - Terapia Adjuntiva O aripiprazol ?? indicado como terapia adjuntiva ao l??tio ou valproato para o tratamento agudo de epis??dios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. 2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de a????o do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de esquizofrenia e transtorno bipolar, ?? desconhecido. No entanto, foi proposto que a efic??cia do aripiprazol ?? mediada por efeitos em receptores no sistema nervoso central. A atividade de aripiprazol ?? principalmente devida ?? droga inalterada, e em menor medida ao seu metab??lito principal, dehidro-aripiprazol. 3. QUANDO N??O DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Voc?? n??o deve usar este medicamento se for hipersens??vel ao aripiprazol (subst??ncia ativa) ou qualquer um dos seus excipientes. As rea????es podem variar de prurido/urtic??ria ?? anafilaxia. 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia - Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia Os pacientes idosos com psicose associada ?? dem??ncia tratados com drogas antipsic??ticas correm maior risco de morte. Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos ??bitos pareceram ter natureza cardiovascular (como insufici??ncia card??aca, morte s??bita) ou infecciosa (como pneumonia). - Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC Nos estudos cl??nicos, houve uma incid??ncia elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC, ataque isqu??mico transit??rio), incluindo fatalidades (idade m??dia: 84 anos; faixa: 78-88 anos). - Experi??ncia de seguran??a em pacientes idosos com psicose associada ao Mal de Alzheimer Nos estudos, pacientes com idade m??dia de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos emergentes do tratamento que foram letargia, sonol??ncia (incluindo seda????o) e incontin??ncia (principalmente incontin??ncia urin??ria), saliva????o excessiva e tontura. A seguran??a e a efic??cia de aripiprazol no tratamento de pacientes com psicose associada ?? dem??ncia n??o foram estabelecidas. O m??dico dever?? ter cautela caso decida tratar estes pacientes, especialmente quanto ?? ocorr??ncia de dificuldade em engolir ou sonol??ncia excessiva, o que poderia levar a ferimentos ou aspira????o acidental. S??ndrome Neurol??ptica Maligna (SNM) Um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente chamado de S??ndrome Neurol??ptica Maligna (SNM) pode ocorrer com a administra????o de drogas antipsic??ticas, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol na base de dados cl??nica mundial. As manifesta????es cl??nicas da SNM s??o hipertermia, rigidez muscular, estado mental alterado e evid??ncia de instabilidade auton??mica (pulso ou press??o arterial irregular, taquicardia, diaforese e arritmia card??aca). Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada, mioglobin??ria (rabdomi??lise) e insufici??ncia renal aguda. Se voc?? precisar de tratamento com uma droga antipsic??tica ap??s se recuperar da SNM, seu m??dico dever?? considerar com cautela a reintrodu????o de terapia. Voc?? dever?? ser monitorado cuidadosamente, j?? que recidivas de SNM t??m sido relatadas. Discinesia Tardia A s??ndrome de movimentos potencialmente involunt??rios e irrevers??veis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com drogas antipsic??ticas. Apesar de aparentemente haver maior preval??ncia dessa s??ndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas, ?? imposs??vel confiar em estimativas de preval??ncia para prever, na introdu????o do tratamento antipsic??tico, quais pacientes tem maior chance de desenvolver a s??ndrome. Seu m??dico deve prescrever aripiprazol de forma que seja mais prov??vel minimizar a ocorr??ncia de discinesia tardia. Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia, seu m??dico dever?? considerar a descontinua????o de aripiprazol. No entanto, alguns pacientes talvez precisem do tratamento com aripiprazol, independentemente da presen??a da s??ndrome. Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes Mellitus Foi relatada hiperglicemia, em alguns casos extrema e associada ?? cetoacidose ou coma hiperosmolar ou morte, em pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos. Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A rela????o entre o uso de antipsic??ticos at??picos e eventos adversos relacionados ?? hiperglicemia n??o ?? totalmente compreendida. Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados ?? hiperglicemia em pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos n??o est??o dispon??veis. Pacientes com diagn??stico estabelecido de diabetes mellitus que come??aram a receber antipsic??ticos at??picos devem ser monitorados regularmente quanto ?? piora do controle glic??mico. Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade, hist??rico familiar de diabetes) que estejam dando in??cio ao tratamento com antipsic??ticos at??picos devem se submeter a testes de glicose s??rica em jejum no in??cio do tratamento e periodicamente durante o tratamento. Todos os pacientes tratados com antipsic??ticos at??picos devem ser monitorados quanto a sintomas de hiperglicemia, incluindo polidipsia, poli??ria, polifagia e fraqueza. Pacientes que desenvolverem sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com antipsic??ticos at??picos devem se submeter a testes de glicose s??rica em jejum. Hipotens??o ortost??tica A incid??ncia de eventos relacionados ?? hipotens??o ortost??tica nos estudos incluiu hipotens??o ortost??tica, tontura postural e s??ncope (desmaio). O aripiprazol deve ser usado com cautela em pacientes com doen??a cardiovascular conhecida (hist??rico de infarto do mioc??rdio ou doen??a card??aca isqu??mica, insufici??ncia card??aca ou anormalidades da condu????o), doen??a cerebrovascular ou condi????es que poderiam predispor os pacientes ?? hipotens??o (desidrata????o, hipovolemia e tratamento com medicamentos antihipertensivos). Leucopenia, neutropenia e agranulocitose Nos estudos, e tamb??m ap??s comercializa????o, t??m sido relatados eventos de leucopenia/neutropenia (diminui????o das c??lulas brancas no sangue) relacionados temporariamente a agentes antipsic??ticos, incluindo aripiprazol. Tamb??m foi relatada agranulocitose. Fatores de risco poss??veis incluem contagem de leuc??citos preexistente baixa e hist??rico de leucopenia/neutropenia induzidas pela droga. Seu m??dico deve monitorar seu hemograma completo (CBC) frequentemente durante os primeiros meses de terapia e se houver queda clinicamente significativa de c??lulas brancas, poder?? interromper a terapia. Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto ?? febre ou outros sinais ou sintomas de infec????o e tratados imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar o aripiprazol. Convuls??es Como ocorre com outras drogas antipsic??ticas, o aripiprazol deve ser utilizado com cautela em pacientes com hist??rico de convuls??es. Potencial para comprometimento cognitivo ou motor O aripiprazol como outros antipsic??ticos, pode comprometer potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonol??ncia foi relatada nos estudos. N??o utilize m??quinas perigosas, incluindo autom??veis, at?? que voc?? tenha certeza razo??vel de que a terapia com o aripiprazol n??o o prejudica. Durante o tratamento, o paciente n??o deve dirigir ve??culos ou operar m??quinas, pois sua habilidade e aten????o podem estar prejudicadas. Regula????o da temperatura corporal Recomenda-se aten????o adequada na prescri????o de aripiprazol para pacientes que passar??o por situa????es que possam contribuir para uma eleva????o na temperatura corporal central como exerc??cio extenuante, exposi????o a calor extremo, administra????o concomitante de medicamento com atividade anticolin??rgica, ou sujei????o ?? desidrata????o. Suic??dio Uma supervis??o cuidadosa de pacientes de alto risco deve ser realizada durante a terapia. Deve-se prescrever aripiprazol na menor quantidade consistente com o controle eficaz do paciente de modo a reduzir o risco de superdosagem. Disfagia A falta de motilidade do es??fago e aspira????o tem sido associadas ao uso de drogas antipsic??ticas, incluindo o aripiprazol. O aripiprazol e outras drogas psic??ticas devem ser utilizados com cuidado em pacientes com risco de pneumonia por aspira????o. Uso em pacientes com enfermidade concomitantes A experi??ncia cl??nica com aripiprazol em pacientes com certas enfermidades sist??micas concomitantes ?? limitada. O aripiprazol n??o foi avaliado ou utilizado em uma extens??o consider??vel em pacientes com hist??rico recente de infarto do mioc??rdio ou doen??a card??aca inst??vel. Abuso e depend??ncia O aripiprazol n??o foi estudado sistematicamente em humanos com rela????o ao seu potencial de abuso, toler??ncia ou depend??ncia f??sica. Em estudos de depend??ncia f??sica em macacos, sintomas de abstin??ncia foram observados mediante a interrup????o abrupta da administra????o. Uso em popula????es espec??ficas - Gravidez N??o h?? estudos adequados e bem controlados em mulheres gr??vidas. ?? desconhecido se aripiprazol pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher gr??vida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva. Se a m??e de um rec??m-nascido utilizou medicamentos antipsic??ticos durante o terceiro trimestre de gravidez, ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstin??ncia ap??s o parto. Pacientes devem informar ao m??dico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. O aripiprazol deve ser utilizado durante a gravidez apenas se os benef??cios potenciais esperados compensarem o poss??vel risco ao feto. Este medicamento n??o deve ser utilizado por mulheres gr??vidas sem orienta????o m??dica ou do cirurgi??o-dentista. - Trabalho de parto O efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos ?? desconhecido. - Uso por lactantes O aripiprazol ?? excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para n??o amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol. - Uso pedi??trico N??o h?? indica????o aprovada para o uso de aripiprazol em pacientes pedi??tricos. - Uso geri??trico N??o h?? recomenda????o de ajuste de dose para pacientes idosos. Intera????es medicamentosas Em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central, deve-se ter cautela quando aripiprazol for administrado em combina????o com ??lcool ou outras drogas com a????o central. O aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos. - Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 s??o as mol??culas do f??gado respons??veis pelo metabolismo de aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma eleva????o no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redu????o no sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a elimina????o de aripiprazol e causar eleva????o no sangue. Seu m??dico poder?? alterar a dose de aripiprazol quando houver coadministra????o com estes medicamentos. - Potencial de aripiprazol afetar outras drogas N??o foram observados efeitos de aripiprazol sobre a farmacocin??tica de l??tio ou valproato. - ??lcool Como ocorrem com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para evitar ingerir ??lcool durante o tratamento com aripiprazol. - Drogas sem intera????es clinicamente importantes com o aripiprazol famotidina: n??o ?? necess??rio ajuste na dosagem de aripiprazol quando administrado concomitantemente a famotidina. valproato, l??tio, varfarina, omeprazol, lamotrigina e dextrometorfano: n??o ?? necess??rio ajuste na dosagem quando administrados concomitantemente ao aripiprazol. - Anormalidades em testes laboratoriais Nos estudos, n??o houve diferen??as medicamente importantes entre os grupos de aripiprazol e placebo nas propor????es de pacientes apresentando altera????es potencial e clinicamente significativas nos par??metros de rotina de bioqu??mica s??rica, hematologia ou an??lise de urina. De maneira semelhante, n??o foram observadas diferen??as entre aripiprazol e placebo na incid??ncia de descontinua????es em raz??o de altera????es na bioqu??mica s??rica, hematologia ou an??lise de urina em pacientes adultos. N??o foram observadas diferen??as medicamente importantes entre os pacientes recebendo aripiprazol e aqueles recebendo placebo na altera????o m??dia a partir da linha basal nos valores de prolactina, glicose em jejum, triglic??rides, HDL, LDL ou colesterol total. - Altera????es no ECG Nos estudos n??o houve altera????es potencialmente importantes nos par??metros do ECG. O aripiprazol foi associado a uma eleva????o mediana na frequ??ncia card??aca de duas batidas por minuto, em compara????o ?? aus??ncia de eleva????o entre pacientes recebendo placebo. - Intera????o com nicotina A avalia????o farmacocin??tica (metabolismo) na popula????o que recebeu aripiprazol n??o revelou diferen??as significativas entre fumantes e n??o fumantes. - Intera????o com alimentos O aripiprazol pode ser administrado com ou sem alimentos. Aten????o fenilceton??ricos: cont??m fenilalanina. Informe ao seu m??dico ou cirurgi??o-dentista se voc?? est?? fazendo uso de algum outro medicamento. N??o use medicamento sem o conhecimento do seu m??dico. Pode ser perigoso para sua sa??de. 5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre15 e 30??C). N??mero de lote e datas de fabrica????o e validade: vide embalagem. N??o use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. O aripiprazol de 10mg apresenta-se como comprimido branco a esbranqui??ado, de formato oblongo. O aripiprazol de 15mg apresenta-se como comprimido branco a esbranqui??ado, de formato arredondado, biconvexo. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e voc?? observe alguma mudan??a no aspecto, consulte o farmac??utico para saber se poder?? utiliz??-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crian??as. 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? Esquizofrenia A dose de in??cio e a dose-alvo recomendadas para aripiprazol ?? de 10mg/dia ou 15mg/dia uma vez ao dia, independente das refei????es. Em geral, os aumentos na dosagem n??o devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necess??rio para se atingir o estado de equil??brio. Tratamento de manuten????o: seu m??dico dever?? reavali??-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manuten????o. Troca de outros antipsic??ticos A descontinua????o imediata do tratamento antipsic??tico anterior pode ser aceit??vel para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinua????o mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, o per??odo de sobreposi????o da administra????o dos antipsic??ticos deve ser minimizado. Transtorno bipolar A dose de in??cio e a dose-alvo recomendada ?? de 15mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva com l??tio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30mg/dia com base na resposta cl??nica. A seguran??a das doses superiores a 30mg/dia n??o foi avaliada em estudos cl??nicos. Tratamento de manuten????o: seu m??dico dever?? reavali??-lo periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manuten????o. Ajuste da dosagem Ajustes da dosagem em adultos n??o s??o habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, ra??a ou estado da insufici??ncia renal ou hep??tica. Seu m??dico poder?? ajustar a dose de aripiprazol se voc?? estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos que alterem a concentra????o de aripiprazol no seu organismo. Aten????o: n??o h?? estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias n??o recomendadas. Dessa forma, para a seguran??a e efic??cia da apresenta????o, a administra????o deve ser feita apenas por via oral. Siga a orienta????o de seu m??dico, respeitando sempre os hor??rios, as doses e a dura????o do tratamento. N??o interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu m??dico. Este medicamento n??o deve ser partido, aberto ou mastigado. 7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Se voc?? esqueceu de tomar aripiprazol, voc?? deve tom??-lo assim que lembrar, mas n??o tome duas doses no mesmo dia. Em caso de d??vidas, procure orienta????o do farmac??utico ou de seu m??dico, ou cirurgi??odentista. 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? As rea????es adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos cl??nicos (???10%) foram n??usea, v??mito, constipa????o, cefaleia, vertigem, acatisia, ansiedade, ins??nia e inquieta????o. Os eventos adversos durante a exposi????o foram obtidos por meio da coleta volunt??ria de eventos adversos, bem como resultados de exames f??sicos, sinais vitais, pesos, an??lises laboratoriais e ECG. As frequ??ncias declaradas das rea????es adversas representam a propor????o de indiv??duos que apresentaram no m??nimo uma vez o evento adverso emergente do tratamento do tipo listado. Um evento foi considerado emergente do tratamento se ocorreu pela primeira vez ou piorou enquanto o paciente recebia a terapia ap??s a avalia????o da linha basal. N??o se procurou utilizar as avalia????es de causalidade segundo o investigador, ou seja, todos os eventos que atendiam aos crit??rios, independentemente da causalidade segundo o investigador, foram inclu??dos. As rea????es adversas s??o relatadas ao longo desta se????o. S??o eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de aripiprazol (rea????es medicamentosas adversas), com base na avalia????o abrangente das informa????es dispon??veis sobre o evento adverso. Uma associa????o causal com aripiprazol geralmente n??o pode ser estabelecida com seguran??a em casos individuais. Os valores nas tabelas e tabula????es n??o podem ser utilizados para prever a incid??ncia de efeitos colaterais no decorrer da pr??tica m??dica normal, em que caracter??sticas do paciente e outros fatores diferem daqueles que prevaleceram em estudos cl??nicos. De forma semelhante, as frequ??ncias mencionadas n??o podem ser comparadas aos valores obtidos a partir de outras investiga????es cl??nicas envolvendo outros tratamentos, utiliza????es e investigadores. No entanto, os valores mencionados de fato fornecem ao m??dico respons??vel pela prescri????o algum fundamento para a estimativa da contribui????o relativa de fatores medicamentosos e n??o medicamentosos ?? incid??ncia de rea????es adversas na popula????o estudada. Experi??ncia de estudos cl??nicos Esquizofrenia - Rea????es adversas comumente observadas A ??nica rea????o adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia foi acatisia (inquieta????o interna). Mania bipolar - Monoterapia - Rea????es adversas comumente observadas As rea????es adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, seda????o, inquieta????o, tremores e dist??rbio extrapiramidal. - Rea????es adversas menos comuns Rea????es adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (at?? seis semanas em esquizofrenia e at?? tr??s semanas em mania bipolar) foram: Dist??rbios oculares: vis??o emba??ada. Dist??rbios gastrintestinais: n??usea, constipa????o, v??mito, dispepsia, boca seca, dor de dente, desconforto abdominal e desconforto estomacal. Dist??rbios gerais: fadiga e dor. Dist??rbio musculoesquel??tico e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquel??tica, dor nas extremidades, mialgia e espasmos musculares. Dist??rbios do sistema nervoso: cefal??ia, vertigem, acatisia, seda????o, dist??rbio extrapiramidal, tremores e sonol??ncia. Transtornos psiqui??tricos: agita????o, ins??nia, ansiedade e inquieta????o. Dist??rbios respirat??rios, tor??cicos e mediastinais: dor faringolar??ngea e tosse. Um exame dos subgrupos de popula????o n??o revelou nenhuma evid??ncia clara de incid??ncia diferencial de rea????o adversa com rela????o ?? idade, sexo ou ra??a. - Terapia adjuntiva com mania bipolar As rea????es medicamentosas adversas mais comuns associadas ?? descontinua????o em pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva, em compara????o a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores. - Rea????es adversas comumente observadas As rea????es adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e l??tio ou valproato em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, ins??nia e dist??rbio extrapiramidal. - Rea????es adversas menos comuns As rea????es adversas que ocorreram durante a terapia aguda (at?? seis semanas), incluindo apenas aquelas rea????es que ocorreram em, no m??nimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e l??tio ou valproato foram: Dist??rbios gastrintestinais: n??usea, v??mito, hipersecre????o salivar e boca seca. Infec????es e infesta????es: nasofaringite Investiga????es: aumento de peso. Dist??rbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, dist??rbio extrapiramidal, vertigem e seda????o. Transtornos psiqui??tricos: ins??nia, ansiedade e inquieta????o. Rea????es adversas relacionadas ?? dose - Esquizofrenia A ??nica rea????o adversa possivelmente relacionada ?? dose, e mais not??vel apenas com 30mg, foi sonol??ncia (incluindo seda????o). - Sintomas extrapiramidais - Esquizofrenia Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados ?? s??ndrome extrapiramidal e eventos relacionados ?? acatisia para pacientes tratados com aripiprazol. -Mania bipolar Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados ?? s??ndrome extrapiramidal e eventos relacionados ?? acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva. - Distonia Sintomas de distonia, contra????es anormais prolongadas de conjuntos de m??sculos, podem ocorrer em indiv??duos suscept??veis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos m??sculos do pesco??o, algumas vezes progredindo para compress??o da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou protrus??o da l??ngua. Embora estes sintomas possam ocorrer em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade sob concentra????es maiores e doses mais altas de drogas antipsic??ticas de primeira gera????o. Um risco elevado de distonia aguda ?? observado em grupos de homens e indiv??duos mais jovens. - Ganho de peso Em estudos de quatro a seis semanas em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferen??a no ganho de peso m??dio entre pacientes recebendo aripiprazol e placebo (+0,7kg versus -0,05kg, respectivamente) e tamb??m foi observada diferen??a na propor????o de pacientes que atendiam ao crit??rio de ganho de peso ??? 7% do peso corporal [aripiprazol (8%) comparado a placebo (3%)]. Em estudos de tr??s semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso m??dio para pacientes recebendo aripiprazol e placebo foi de 0,1kg versus 0,0kg, respectivamente. A propor????o de pacientes que atenderam ao crit??rio de ganho de peso ???7% do peso corporal foi de 2% com aripiprazol em compara????o a 3% com placebo. No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com l??tio ou valproato, o ganho de peso m??dio para os pacientes recebendo aripiprazol e placebo foi de 0,6kg versus 0,2kg, respectivamente. A propor????o de pacientes que atenderam ao crit??rio de ganho de peso ???7% do peso corporal foi de 3% com aripiprazol em compara????o a 4% com placebo em terapia adjuntiva. Achados adicionais observados em estudos cl??nicos - Rea????es adversas em estudo de longo prazo As rea????es adversas relatadas em um estudo de 26 semanas, comparando aripiprazol e placebo em pacientes com esquizofrenia, foram em geral consistentes com aquelas relatadas em outros estudos de curto prazo e controlados por placebo, exceto por uma incid??ncia maior de tremores. Neste estudo, a maioria dos casos de tremores teve intensidade leve, ocorreu no in??cio da terapia e apresentou dura????o limitada. Em casos raros, os tremores levaram ?? descontinua????o (<1%) de aripiprazol. Ademais, em um estudo de longo prazo (52 semanas), ocorreu tremores em 5% dos indiv??duos (40/859) para aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo com transtorno bipolar. - Outras rea????es adversas observadas durante a avalia????o pr??-comercializa????o de aripiprazol Abaixo pode ser encontrada uma rela????o das rea????es adversas relatadas por pacientes tratados com aripiprazol durante qualquer fase de um estudo no banco de dados de 13.543 pacientes adultos. Todos os eventos avaliados como poss??veis rea????es adversas foram inclu??dos, exceto pelos eventos mais frequentes. Al??m disso, rea????es adversas m??dica ou clinicamente significativas, em especial aquelas provavelmente mais ??teis para o m??dico respons??vel pela prescri????o, ou que apresentam plausibilidade farmacol??gica, tamb??m foram inclu??das. Eventos j?? listados em outras partes da bula foram exclu??dos. Apesar de as rea????es relatadas terem durante o tratamento com aripiprazol, elas n??o foram necessariamente causadas pelo medicamento. Os eventos s??o, ainda, categorizados pela classe de sistemas de ??rg??os e listados em frequ??ncia decrescente de acordo com as defini????es abaixo: Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda n??o listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa rela????o); Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento; Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento. Dist??rbios do sistema linf??tico e sangu??neo: incomuns ??? leucopenia (diminui????o de um tipo de c??lulas brancas do sangue), neutropenia (diminui????o de um tipo de c??lulas brancas do sangue), trombocitopenia (diminui????o das plaquetas no sangue). Dist??rbios card??acos: incomuns ??? bradicardia (frequ??ncia card??aca baixa), palpita????es, insufici??ncia cardiopulmonar, infarto do mioc??rdio, parada cardiorrespirat??ria, bloqueio atrioventricular, extrass??stoles, taquicardia sinusal, fibrila????o atrial, angina pectoris, isquemia mioc??rdica; raros ??? flutter atrial, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular. Dist??rbios oculares: incomuns ??? fotofobia (sensibilidade excessiva ?? luz), diplopia (vis??o dupla), edema na p??lpebra, fotopsia (vis??o de tra??os luminosos n??o existentes). Dist??rbios gastrintestinais: incomuns ??? diarreia, doen??a do refluxo gastroesof??gico, l??ngua inchada, esofagite; raro ??? pancreatite. Dist??rbios gerais e condi????es no local de administra????o: comuns ??? astenia (fraqueza), edema perif??rico, dor no peito, pirexia (febre), irritabilidade; incomuns ??? edema facial, angioedema, sede; raro ??? hipotermia (temperatura corp??rea abaixo do normal). Dist??rbios hepatobiliares: raros ??? hepatite, icter??cia (colora????o amarelada de pele e mucosas). Dist??rbios do sistema imunol??gico: incomum ??? hipersensibilidade. Les??es, intoxica????o e complica????es do procedimento: comum ??? queda; incomum ??? automutila????o; raro ??? insola????o. Investiga????es: comuns - redu????o do peso, creatinofosfoquinase elevada; incomuns ??? enzima hep??tica elevada, glicose s??rica elevada, prolactina s??rica elevada, ureia s??rica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina s??rica elevada, bilirrubina s??rica elevada; raros ??? lactato desidrogenase s??rico elevado, hemoglobina glicosilada elevada, gama glutamil transferase elevada. Dist??rbios metab??licos e nutricionais: comum ??? apetite reduzido; incomuns ??? hiperlipidemia, anorexia (disfun????o alimentar), diabetes mellitus (incluindo insulina s??rica elevada, toler??ncia a carboidratos reduzida, diabetes mellitus n??o dependente de insulina, toler??ncia ?? glicose prejudicada, glicos??ria, glicose na urina, glicose presente na urina, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), hipocalemia (diminui????o do pot??ssio no sangue), hiponatremia (diminui????o do s??dio no sangue), hipoglicemia (diminui????o da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); raro ??? cetoacidose diab??tica (ac??mulo de certos ??cidos no organismo). Dist??rbio musculoesquel??tico e do tecido conjuntivo: incomuns ??? rigidez muscular, fraqueza muscular, compress??o muscular, mobilidade reduzida; raro ??? rabdomi??lise (destrui????o muscular). Dist??rbios do sistema nervoso: comuns ??? coordena????o anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos volunt??rios); incomuns ??? dist??rbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da mem??ria, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia (lentifica????o de movimentos involunt??rios), discinesia tardia (movimentos repetitivos involunt??rios), hipotonia (diminui????o do t??nus muscular), mioclonia (contra????o muscular brusca, involunt??ria e de brev??ssima dura????o), hipertonia (aumento anormal do t??nus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos involunt??rios), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); raros ??? convuls??o de grande mal, coreoatetose (associa????o de movimentos involunt??rios). Transtornos psiqui??tricos: comum ??? idea????o suicida; incomuns ??? agressividade, perda da libido, tentativa de suic??dio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, del??rios, automutila????o intencional, suic??dio conclu??do, tique, idea????o homicida; raros - catatonia, sonambulismo. Dist??rbios renais e urin??rios: incomuns ??? reten????o urin??ria, poli??ria (aumento do volume de urina), noct??ria (elimina????o excessiva de urina durante a noite). Dist??rbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns ??? menstrua????o irregular, disfun????o er??til, amenorreia (aus??ncia de menstrua????o), dor nas mamas; raros ??? ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo (ere????o persistente). Dist??rbios respirat??rios, tor??cicos e mediastinais: comuns ??? congest??o nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por aspira????o. Dist??rbios cut??neos e subcut??neos: comuns ??? rash (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado, macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, al??rgica, de contato, esfoliativa, seborr??ica, neurodermatite e erup????o medicamentosa), hiperidrose (transpira????o anormalmente aumentada); incomuns ??? prurido, rea????o fotossens??vel, alopecia (queda dos cabelos), urtic??ria. Dist??rbios vasculares: comum - hipertens??o (aumento da press??o arterial); incomum - hipotens??o (press??o arterial baixa). Experi??ncia p??s-comercializa????o As rea????es adversas abaixo foram identificadas durante o uso ap??s a aprova????o de aripiprazol. Em raz??o de essas rea????es serem relatadas voluntariamente por uma popula????o de tamanho indeterminado, nem sempre ?? poss??vel estabelecer uma rela????o causal com a exposi????o ?? droga: ocorr??ncias raras de rea????o al??rgica (rea????o anafil??tica, angioedema, laringoespasmo, prurido/urtic??ria ou espasmo orofar??ngeo), oscila????o da glicose s??rica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimenta????o, compras e sexo). Estes comportamentos s??o raros e cessaram com a redu????o da dose ou interrup????o do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o m??dico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento n??o deve ser descontinuado sem a ci??ncia do m??dico. Informe ao seu m??dico, cirurgi??o-dentista ou farmac??utico o aparecimento de rea????es indesej??veis pelo uso do medicamento. Informe tamb??m ?? empresa atrav??s do seu servi??o de atendimento. 9. O QUE FAZER SE ALGU??M USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? As rea????es adversas comuns (relatadas em, no m??nimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas na superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras subst??ncias) incluem v??mito, sonol??ncia e tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado, fibrila????o atrial, bradicardia, coma, estado de confus??o, convuls??o, creatinofosfoquinase s??rica elev